Após você ter aprendido uma série de dicas sobre montagem e manutenção de computadores, tais como abrir o gabinete do computador, inserir o processador na placa mãe e até mesmo como desmontar um computador, chegou a hora de dar continuidade ao procedimento de montagem de computadores.

Este artigo fala a respeito de como realizar corretamente a inserção e a fixação da placa mãe no gabinete do computador. Como já foi dito em outros artigos, a placa mãe é a peça base para todos os computadores. É ela quem delimita qual será o tipo de processador, memória e placa de vídeo que a máquina poderá utilizar.


Procedimentos iniciais

Primeiramente, vale sempre lembrar do detalhe da energia eletrostática. Lembre-se sempre deste detalhe, pois pode lhe custar um componente novo! Tenha em mãos todos os materiais necessários para a montagem de computadores, e sempre realize os procedimentos com cautela.
Após ter aberto o gabinete (você deverá remover ambas as laterais), note se o gabinete possui uma chapa de alumínio localizada atrás dele, a qual possui furos para encaixe do painel traseiro da placa mãe (esta chapa é chamada de espelho).
Espelho da placa mãe
Você deve retirar esta peça caso ela tenha vindo junto do gabinete, pois geralmente os encaixes são diferentes dos das placas mãe, e toda placa mãe nova vem com um espelho próprio para ela, o qual deve ser instalado no gabinete antes da placa mãe ser inserida.
Se este for o seu caso, tome cuidado para inserir o espelho corretamente, pois só é possível encaixar a placa no espelho de uma maneira. Fique atento para os desenhos que aparecem ao lado de cada furo no espelho: estes desenhos devem ficar para o lado de fora do gabinete.
Placa mãe posicionada ao lado do espelho inserido no gabinete
Caso você esteja reinserindo a placa mãe no gabinete por motivos de manutenção ou limpeza, não é necessário retirar o espelho do gabinete.

Gabinetes novos também costumam vir com fontes, as quais nem sempre podem ser boas o suficiente (vai depender da potência do computador que você está montando). Fique atento, pois a fonte é um item importantíssimo, e que pode ocasionar danos quando ela não possui força suficiente para suprir a quantidade de energia que o computador necessita. Leia mais a respeito no artigo Fontes: você dá a devida importância à sua?

Mesmo que você não tenha a intenção de trocar a fonte do gabinete, é recomendado que ela seja retirada, pois assim você ganha espaço para trabalhar no gabinete.

Tente ver se é possível retirar a chapa de apoio do gabinete. Muitos modelos permitem que esta chapa seja retirada, o que facilita em muito a instalação da placa. Caso isso não seja possível, você terá que trabalhar com a chapa fixa ao gabinete, o que fará com que o processo fique um pouco mais trabalhoso.
Antes de iniciar o processo de fixação da placa mãe no gabinete, você pode instalar alguns componentes tais como processador e memórias, pois esta tarefa é mais fácil quando realizada com a placa mãe fora do gabinete. Porém, se você conseguir retirar a chapa de apoio do gabinete, você pode fazer isso após ter fixado a placa na chapa, antes de reinserir a chapa no gabinete.
Observe a placa mãe e perceba que existem furos localizados nas extremidades da placa. Esses furos são os locais nos quais devem ser introduzidos os parafusos para a devida fixação da placa. Note que na chapa de apoio do gabinete também existem furos, nos quais os parafusos que seguram a placa deverão ser fixados.
Furos da placa mãeFuros da chapa de apoio do gabinete
O gabinete utilizado para o artigo possui relevo nas áreas em que se localizam os furos para os parafusos, entretanto, é mais comum que os gabinetes tenham toda a chapa de apoio da placa mãe plana. Neste caso, você não deve inserir a placa mãe diretamente na chapa de apoio do gabinete. Antes disso, é preciso inserir as roscas de base para que nelas sejam fixados os parafusos da placa mãe.
Roscas de Base
Além das roscas de base, existem também as bases de suporte com trava, as quais são peças auxiliares na instalação da placa. Você não deve utilizar apenas elas para fixar a placa mãe ao gabinete, pois elas devem ser utilizadas apenas quando faltarem as bases de rosca para parafusar a placa. Diferentemente dos parafusos, as bases de suporte com trava devem ser inseridas diretamente na placa, e não sobre as roscas de base.
Base de Suporte com Trava
Pode parecer uma tarefa um pouco chata a de acertar em quais furos vão as roscas de base, ainda mais quando a chapa de apoio do seu gabinete possui muitos furos. Para facilitar o trabalho, você pode posicionar a placa mãe sobre a chapa e localizar quais são os furos nos quais devem ir as roscas.
Placa mãe sendo posicionada sobre a chapa de apoio
Insira as roscas de base nos devidos furos da chapa de apoio do gabinete. É possível utilizar um alicate para deixar as roscas mais firmes, mas não aplique muita força, pois isso pode danificar os furos de encaixe da chapa de apoio. Caso faltem roscas de base, insira bases de suporte com trava (procure inseri-las nos furos centrais, de modo que os furos laterais fiquem para as roscas de base e parafusos, assim a placa fica melhor fixada).

Fixando a placa

Antes de parafusar a placa, atente para os furos dela. Pode ser que existam dois tipos de furos: os metalizados e os não metalizados. Furos metalizados podem receber parafusos sem a necessidade de utilizar arruelas isolantes para fixação dos parafusos na placa, já nos furos não metalizados (os quais não são tão comuns de serem encontrados nas placas da atualidade), isso não é possível.
Furos da placa - com isolamento e sem isolamento, respectivamente
Vale lembra que, para os casos em que a placa mãe é nova, a espuma que vem junto da placa na caixa dela não deve ser utilizada na hora da inserção da placa! Esta espuma serve apenas para auxiliar na embalagem da placa quando ela sai da fábrica, e não para a instalação. Caso você faça isso, o componente pode ser prejudicado, pois pode ocorrer curto-circuito.

Após ter inserido as roscas de base e as bases de suporte com trava (se isso foi necessário) nos devidos furos da chapa de apoio do gabinete, você deve posicionar a placa sobre a chapa de apoio e fixá-la com os parafusos.

Parafusos para a fixação da placaPlaca sendo fixada à chapa de apoio do gabinete
Quanto aos parafusos que devem ser utilizados para esta tarefa, podem ser utilizados parafusos de rosca fina ou grossa. Procure por parafusos que tenham a cabeça mais larga, e use o mesmo padrão em todos os furos da placa.
Caso faltem parafusos para todos os furos da placa, utilize as bases de suporte com trava para complementar a fixação (lembre-se, elas devem ser utilizadas apenas para complementar, nunca utilize somente elas para a fixação da placa). Se for necessário, procure utilizá-las nos buracos centrais da placa.
Vale ressaltar que, se você estiver fixando a placa com a chapa de apoio presa ao gabinete, você deverá tomar muito cuidado para não raspar a placa em alguma superfície do gabinete quando for introduzi-la, pois isto poderá comprometer o funcionamento da placa. Nesse caso, procure inserí-la em um ângulo de aproximadamente 45º, iniciando a inserção de maneira que o painel traseiro da placa se encaixe ao espelho logo que você deixe a placa no mesmo nível do gabinete.

Instalando demais componentes

Se você fixou sua placa com a chapa de apoio solta, sem estar presa ao gabinete, este é um bom momento para você inserir os jumpers do painel frontal na placa. É possível também conectar os cabos IDE ou SATA, utilizados para conexão com HDs e unidades óticas.

Após isso, falta apenas você inserir os demais componentes do computador: unidade ótica, placa de vídeodisco rígido, fonte, etc. Após isso, basta apenas fechar o gabinete para concluir o trabalho!
(salvo casos em que será utilizada placa de vídeo onboard),
Claro, após isso seu computador ainda não estará pronto para ser utilizado. Antes disso, será necessário instalar um sistema operacional e os drivers.



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Quem já teve a curiosidade de abrir um gabinete tem uma leve noção da enorme quantidade de parafusos que compõem um computador. São tamanhos, comprimentos e roscas diferentes, mas cada parafuso tem o seu lugar garantido dentro da CPU.
Mesmo os usuários que estão acostumados a abrir e explorar o mundo dentro dos gabinetes encontra certa dificuldade na hora de colocar os parafusos de volta em seus devidos lugares. Foi pensando nisso que o portal Baixaki preparou este artigo, a fim de esclarecer todas as dúvidas a respeito do lugar que cada tipo de parafuso deve ocupar dentro de uma CPU.
Antes de começar
Para não gerar confusão na hora de separar os parafusos é preciso entender como os parafusos são analisados. É preciso diferenciar basicamente três coisas entre eles: comprimento, tipo de rosca e formato da cabeça.
Os dois primeiros critérios são os mais importantes, uma vez que não adianta querer colocar um parafuso de rosca X em um buraco com padrão Y. Além disso, parafusos mais compridos, se utilizados no lugar errado, podem causar alguns problemas no equipamento.
Para o gabinete
Esses parafusos são, certamente, os mais conhecidos pelo usuário. Isso porque são eles os responsáveis por manter o gabinete montado (juntamente com os rebites, claro). As roscas desse tipo de parafuso são grossas se comparadas às da maioria das peças que compõem um computador.
Parafusos do gabinete
Vale lembrar que o parafuso utilizado para a montagem pode mudar de um gabinete para outro, embora não seja comum isso acontecer.
Placa-mãe e Cooler
Os parafusos para prender a placa-mãe ao gabinete podem ser de dois tipos:
  • Rosca grossa e compridos

PArafusos para fixar a placa-mãe


  • Rosca mais fina e curtos

Parafusos para fixar a placa-mãe


No geral os parafusos para fixação da placa-mãe vêm acompanhados de arroelas vermelhas, as quais devem ser utilizadas para isolar os furos não metalizados do componente.
Você também pode utilizar grampos com trava como os mostrados na imagem abaixo para fixar melhor a placa-mãe ao gabinete, e não se esqueça de ler o artigo “Manutenção de PCs: como instalar placa mãe”. Nele você aprende todos os passos necessários para a instalação desse componente tão importante no funcionamento do computador.
    
Alguns coolers ainda utilizam parafusos para se fixarem à placa-mãe. Esses geralmente possuem cabeça achata e rosca grossa, do tipo auto atarraxante e são facilmente identificados em meio aos demais parafusos.
Parafusos para fixar os cooler
Disco rígido e drives de CD/DVD e Disquete
É necessário ter muito cuidado com os parafusos utilizados na fixação dos drives de CD/DVD e Disquete, mas a atenção deve ser redobrada ao prender o disco rígido. Isso porque os parafusos utilizados para esses componentes não podem ser muito compridos, uma vez que podem entrar em contato com a parte mecânica da peça e a danificar.
Por padrão os parafusos para essa funcionalidade são mais curtos do que os utilizados na montagem do gabinete. O formato da cabeça também é bem diferente, já que os parafusos utilizados em HDs possuem a cabeça achatada, como mostrado na figura abaixo.
Fixando o HD
...
Agora que você já conhece os principais tipos de parafusos utilizados em computadores é hora de partir para a montagem de PCs. Para isso, não deixe de conferir o artigo “Manutenção de PCs: A BÍBLIA”, o qual reúne todas as informações necessárias para montar uma máquina.
Gostou do artigo? Tem alguma sugestão ou ideia? Então não deixe de enviar seu comentário para nós!

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Troque de HD sem perder nada!

Existem várias maneiras de aumentar o espaço em disco disponível em um computador. Desde apagar arquivos muito antigos – depois de fazer um backup, naturalmente – até a compra e instalação de um segundo, ou terceiro, disco rígido, tudo é possível.
Essa segunda opção também oferece algumas alternativas em relação à maneira de adicionar esse disco.
No caso de um computador de mesa, a prática é de fato bem simples. Se você ainda tiver espaço no gabinete, é só plugar o novo disco no local apropriado. Se todas as baias estiverem ocupadas, entretanto, basta fazer o backup de um dos discos para um drive de maior capacidade e trocá-lo.
Notebooks e netbooks, por outro lado, apresentam uma dificuldade um pouco maior em realizar esse processo. Por terem espaço físico limitado, os computadores portáteis não recebem um segundo disco rígido, e um HD externo pode ser um problema por consumir energia a mais e não ser tão rápido.
Assim, para esse tipo de equipamento, o ideal é trocar o disco inteiro, colocando um de maior capacidade no lugar antes ocupado pelo disco já cheio. O grande problema dessa prática é que, normalmente, isso envolve reinstalar o sistema operacional, aplicativos e configurações.
O Baixaki mostra agora como fazer para evitar toda essa chateação, transportando tudo o que existe no seu HD para um disco novo. Depois, basta trocar a instalação física e seu computador estará no mesmo ponto em que você o deixou, mas com muito mais espaço.
Clonagem do bem
Clonagem de HDsO termo clonagem é comumente associado – na área de tecnologia – a feitos criminosos como a cópia de cartões de banco ou chips SIM de celulares. Felizmente existem também usos mais dignos para a clonagem quando se fala de informática.
É através dessa cópia exata de todos os dados de um disco que é possível trocar o HD de um notebook sem perder nenhum dado e sem reconfigurar a máquina toda após a instalação do novo disco. Para criar essa cópia, você precisa de uma gaveta USB compatível com o disco rígido que será instalado no portátil e de um software capaz de realizar a clonagem.
No Baixaki você encontra os gratuitos EASEUS Disk Copy e o Clonezilla, entre outros, que realizam essa tarefa. Para este artigo utilizaremos o segundo, devido à segurança e facilidade de uso do aplicativo. Clique no botão abaixo para realizar o download:
 Clonezilla Live
Equipamento necessário
Além dos aplicativos mencionados acima, você também precisa de alguns itens de hardware. Além do drive ótico ou pendrive para o Clonezilla, você também precisa de uma gaveta para HD compatível com o disco rígido que receberá a imagem e o disco que substituirá o original.
Começando o processo
A principal vantagem do Clonezilla é funcionar independente do seu sistema operacional. O arquivo que você transferiu a partir do link acima é uma imagem de disco que deve ser gravado em um CD para fazer o boot do sistema a partir do leitor ótico.
Para fazer a gravação, você pode utilizar qualquer uma das ferramentas de gravação de imagens de disco no formato ISO. Entre os diversos programas disponíveis você encontra o Ashampoo Burning Studio e o InfraRecorder, ambos excelentes opções gratuitas. Outras opções de aplicativos, e dicas para a gravação, você encontra neste artigo.
1. Disco vivo do Clonezilla
O primeiro passo a fim de conseguir clonar seu HD em um novo disco é a gravação do Clonezilla em um CD. Para isso, basta utilizar seu gravador de discos favorito para transformar a imagem ISO do aplicativo em um disco.
Gravando uma imagem ISO no InfraRecorderCada programa de gravação terá seu método, mas o conceito é o mesmo em todos. No InfraRecorder – utilizado neste tutorial – clique em “Write Image” e selecione o ISO do Clonezilla que você descarregou anteriormente.
Se preferir, você pode utilizar o Clonezilla a partir de um pendrive. Para isso, você deve – ao invés da imagem de disco – baixar a versão USB do programa, disponível neste link, e criar o “Live USB” com programas como o A Bootable USB.
2. Reboot
Depois de ter a imagem do Clonezilla gravada (ou no pendrive), é necessário reiniciar o sistema com o disco – ótico ou removível – inserido. Caso seu computador não redirecione a inicialização para o menu apropriado, é necessário alterar uma configuração na BIOS do sistema. Para não correr riscos, siga as dicas encontradas neste artigo do DNA DO MICRO.
3. Clonando o HD
Clonezilla live
Assim que o boot for realizado pelo Clonezilla, uma interface bem simples – e controlada apenas no teclado – se apresenta. Para clonar o disco, inicie o Clonezilla na primeira opção “Clonezilla live” com as configurações padrão.
Idioma do Clonezilla
A seguir, escolha o idioma em que o programa roda. Neste tutorial será utilizado o inglês. Para seguir cada passo, basta apertar Enter após a seleção da opção preferida, feita com as flechas do teclado.
Padrão de teclado
Se o seu teclado for USB ou o padrão do notebook, na terceira tela selecione a opção “Don´t touch keymap” (Não alterar mapa de caracteres). Para teclados PS/2, a opção “Select keymap from arch list” (Escolher mapa de caracteres da lista) é recomendada para escolher o padrão de teclado que você utiliza.
Iniciar o Clonezilla
A não ser que você seja especialista em Linux e domine as ferramentas de linha de comando, na tela “Start Clonezilla” selecione a primeira opção - “Start_Clonezilla”.
Escolhendo o método de clonagem
A primeira tela do programa propriamente dito permite a seleção da tarefa a ser executada: “device-image” cria uma imagem de disco para ser posteriormente recuperada no novo HD, e “device-device” cria a imagem automaticamente no disco que será instalado depois.
Para manter o bootloader do Windows intacto – e assim não precisar reinstalar nada no novo HD -, você deve criar uma imagem, já que cópias diretas não carregam a inicialização do sistema. Tenha certeza que o disco está formato no sistema NTFS, para não ter problemas com o limite de 4 GB do sistema FAT32.
Essas considerações acima são essenciais para quem vai trocar o disco do computador, e podem ser ignoradas por quem vai apenas transportar dados de um disco antigo – que será mantido no PC – para um novo de maior capacidade. Neste caso o sistema continuará inicializando do disco original.
Opções de destino da imagem
A próxima tela permite que você escolha o destino da imagem do disco. A opção “local_dev” cria a imagem em hardware local, como um HD externo ou pendrive. As outras opções se referem a locais de rede. Caso esta seja a sua escolha, uma série de wizards vão guiá-lo pelo processo, e portanto, não será abordada a utilização de locais de rede neste tutorial.
Selecionando qual dos discos locais receberá a imagem
Após definir que a imagem será criada em um disco local, falta escolher qual disco a receberá. Para facilitar a diferenciação entre os vários disponíveis, as partições do disco rígido instalado são marcadas como sda (1, 2, 3 etc), e de outros discos existentes no sistema como sdb, sdc e assim por diante.
Prompt
Escolha o diretório que receberá a imagem na próxima tela e, quando o prompt acusar a verificação do disco, aperte Enter.
4. Restaurando o novo disco
Faça o reboot com o disco ainda no driveDepois do demorado processo de criação da imagem, é hora de mexer no hardware. Se você está ampliando a capacidade de um notebook, troque o disco antigo pelo novo na baia do portátil, mantenha aquele com a imagem na gaveta USB e faça o reboot do sistema, ainda com o disco do Clonezilla no drive.
Para desktops, siga os passos do tutorial de instalação de HDs do Baixaki.
5. Aplicando a imagem
Restaurando a imagem
Siga os mesmo passos descritos acima até você chegar à tela “Select mode”, onde – ao invés de selecionar “savedisk” para criar a imagem – você deve escolher a opção “restoredisk”, que expande a imagem do disco intermediário para o novo HD do seu notebook.
6. Expandindo o disco
Gerenciador do computadorDepois de aplicar a imagem, reinicie o computador normalmente, para inicializar o Windows. Ao abrir o Windows Explorer, você percebe que o novo disco é reconhecido com a mesma capacidade do original.
No Windows 7 – ou no Vista – resolver isso é fácil. Clicando com o botão direito em “Computador”, selecione a opção “Gerenciar”. No Gerenciador do computador, selecione a opção “Gerenciamento de disco”, dentro a área de “Armazenamento”.
Após alguns instantes carregando as configurações dos discos instalados, as unidades serão exibidas na parte inferior da tela. Clique com o botão direito do mouse na unidade recém-instalada e selecione a opção “Estender volume”.
A partir desse ponto, seu computador já registra todo o espaço disponível em seu novo e gigantesco HD. Aproveite!

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Destruir o seu computador é fácil. Veja como!

É hora da destruição total!
Não é difícil de ouvir por aí frases como: "não se fazem mais eletrônicos e computadores como antigamente". Isso é verdade, pois com a evolução de todas as máquinas, a fragilidade e a descartabilidade estão sobressaindo cada vez mais, com placas que queimam e nos deixam na mão quando mais precisamos.
É claro que é difícil alguém simplesmente querer destruir seu computador, mas há essa possibilidade. Parece até loucura, mas chegou a hora de listarmos várias formas de como você pode se vingar de seu amigo, que vive deixando-o na mão e se estragando quando deveria funcionar bem.

Pegue um vírus

Quando se pensa na destruição de um computador, é inevitável que a primeira coisa que venha à cabeça seja pegar um excelente vírus, daqueles que conseguem engolir os dados como um Pac-Man e, ainda por cima, se enviar para todas as pessoas da lista de contatos do Orkut, Outlook, Skype, MSN etc.
Há diversas formas de se conseguir pegar um vírus, mas o modo mais fácil é ir direto ao local em que eles mais aparecem. Quem nunca se deparou com um monte de mensagens recebidas em mensageiros instantâneos ou na caixa de email, que diziam algo como “Veja as fotos da festa, ficaram ótimas!” e, logo em seguida, traziam um link?
Vírus.
Tudo que você precisa fazer é clicar nesse link e se divertir. Mas atenção: a probabilidade de você repassar isso para seus contatos é realmente muito alta. Outra maneira de pegar vírus é acessar a caixa de SPAM de seu email e clicar em cada uma das mensagens recebidas. Em alguma delas você provavelmente vai encontrar uma surpresa. Ah, não se esqueça de desativar o antivírus antes de fazer tudo isso.

Tire todos os coolers

O problema dos vírus é que, normalmente, eles não são capazes de destruir o computador fisicamente, a ponto de inutilizar para sempre alguma peça de hardware. Sendo assim, outra maneira de acabar com o PC é apelar para o superaquecimento de cada uma das placas que estiverem dentro do gabinete.
Sendo assim, se você costuma se divertir com games de excelentes gráficos em seu computador, deve ter uma boa placa de vídeo ligada à fonte. Esse tipo de hardware é um dos que mais esquentam dentro do gabinete, até por consumirem bastante energia elétrica para funcionarem.
Retirada dos coolers.
Então, o modo mais fácil de queimar algo é tirando o cooler para impedir que tal peça consiga se resfriar ao mesmo tempo em que esquenta. Dessa forma, dê prioridade para a retirada, ao menos, do cooler da placa gráfica. Em seguida, abra um jogo que exija bastante dela e aguarde até que seu computador quase pegue fogo.
Para piorar ainda mais a ventilação, não é má ideia tirar cada um dos coolers que estão no computador e deixá-lo o mais cheio de poeira e sujeira possível. Isso, com certeza, vai acarretar em uma concentração de calor no gabinete suficiente para deixar “a coisa preta”.

Tomada sobrecarregada ou com voltagem diferente

Há outras formas muito divertidas de se queimar o computador. A dica seguinte vai garantir que você consiga, ao menos, destruir a fonte e evitar que você consiga ligar o PC novamente. Experimente usar diversos “benjamins” para conectar à tomada o máximo de equipamentos eletrônicos que você conseguir — entretanto, evite estabilizadores.
Aproveite, pois agora é hora de exagerar: ligue fornos elétricos, liquidificadores e até outros computadores ao mesmo tempo. Ligue o PC nessa tomada com vários outros eletrônicos para sobrecarregar e criar um curto-circuito. O único problema é que isso pode acabar queimando tudo que estiver conectado no momento, não somente sua máquina.
Curto-circuito.
Outra forma de queimá-lo, mas sem causar problemas a outros equipamentos, é ligando o PC que estiver com uma fonte de voltagem 110 em uma tomada 220V. Com certeza essa sobrecarga vai fazer muito mais do que cócegas.

Faça um overclock bom e exagerado

Voltando para o aquecimento das placas, você também pode fazer overclocks. Você provavelmente já ouviu falar desse método, que nada mais é do que forçar o processamento do CPU ou do GPU para além do que ele aguenta. Com a ajuda de alguns softwares, é possível realizar o procedimento, com ou sem cuidado.
O processador ficaria em chamas.
Para estragar as peças a ponto de colocar fogo nelas, não é uma má ideia fazer o procedimento de maneira extremamente exagerada, colocando a taxa de aumento de performance em níveis muito mais altos do que o normal. Isso provavelmente vai tornar o cooler inútil e fazer as placas chegarem a temperaturas vulcânicas.

Conecte as peças de hardware de qualquer jeito

Em alguns casos, as placas podem ficar com problema no contato naturalmente, sem que o usuário mexa em nada. Entretanto, você mesmo pode causar um grande dano ao computador ao conectar tudo de qualquer jeito e onde não devia.
Usar placas completamente incompatíveis com os slots, seja por questão de compatibilidade ou de formato de encaixe, é o jeito certo de causar problemas sérios e estragar o hardware. Basta forçar os pentes de memória da melhor maneira possível e conectar todos os cabos de força de forma incorreta e nos locais errados. Assim que você ligar o PC é possível que você consiga ver até faíscas.
Conecte tudo de qualquer jeito.
E se você não está nem um pouco preocupado com a sua segurança, experimente trocar as placas e conectá-las enquanto o computador estiver totalmente ligado. Além de queimar os componentes, é possível conseguir até levar um choque.

Deixe no meio dos animais

Morando em casa ou apartamento, é normal que a pessoa tenha animais de estimação de todos os tipos: cachorros, gatos e até pequenos hamsters. Geralmente deve-se manter o computador afastado dos bichinhos, para que não aconteça nada grave com o aparelho, nem com eles.
Os bichinhos fazem a festa.
Entretanto, se o que você quer é prejudicar o PC para valer, não é uma má ideia deixar ao alcance de animais domésticos nada adestrados, para que façam suas necessidades e fiquem sempre subindo e batendo no computador. Os pelos, principalmente dos gatos, devem acabar entrando e se juntando à poeira nas placas. Mas vale prestar atenção e deixar a tampa do gabinete fechada, para evitar que acidentes acabem acontecendo com os bichos.

Deixe o PC à vontade para as crianças

É indiscutível: toda criança pode ser considerada uma máquina de destruir computadores. Elas estão apenas em uma fase de exploração e novas descobertas, então mexer a fundo no PC em cada uma das funções que existem é bastante normal.
Porque eles são os mestres em acabar com o PC.
Sendo que a intenção é acabar com o computador e torná-lo inútil, é fundamental deixá-lo ao alcance dos pequenos para que eles baixem o que quiserem, instalem todo tipo de porcarias e saiam clicando em absolutamente tudo. No começo, o computador é somente desconfigurado, mas logo acaba sendo infestado de vírus e programas problemáticos. No mínimo, você vai precisar formatá-lo para trazê-lo de volta à vida.

Aquecedor perto do computador

Digamos que você more em uma das cidades do sul do país e sofra bastante com o clima, principalmente no inverno. Sua casa não tem lareira e nenhum tipo de preparação para enfrentar quedas tão bruscas de temperatura e você tenta se esquentar de todas as maneiras possíveis, mas quer permanecer no computador.
As placas podem até derreter.
Não há alternativa alguma, você vai precisar de um bom e potente aquecedor para deixar o clima agradável. Mas, como você também quer destruir o computador, por que não ligar vários aparelhos justamente em volta do PC? E se as placas estiverem sem os coolers ligados, melhor ainda. Quem sabe tudo acabe derretendo.

Dê eventuais batidas no PC quando ele não funcionar

Quando você mais precisa do computador, ele parece não funcionar. As costumeiras travadas acontecem a todo o momento e o tempo de início do sistema operacional passa de dez minutos. Abrir um programa é um sacrifício enorme e você não consegue ver nenhum arquivo do disco rígido. A solução é simples: dê uma boa pancada no gabinete.
Desconte sua raiva.
Com os problemas acontecendo com tanta frequência, o seu pé (de preferência protegido por uma boa bota) vai acabar se acostumando a ir com a maior força na direção do gabinete. Se isso não causar trilhas defeituosas no disco rígido ou até curtos-circuitos no hardware, vai garantir ao menos alguns amassados. Além de tudo, serve como terapia para a falta de paciência com a lentidão.

Deixe tudo bem limpinho

Todo brasileiro que tem um carro gosta de cuidar dele e deixá-lo sempre bem limpinho. Sendo assim, aproveite os finais de semana e, no dia de lavar o veículo, pegue também o computador para fazer uma boa limpeza com um balde cheio d’água. Esfregue bem os circuitos com sabão e deixe tudo brilhando.
Limpeza é sempre uma boa ideia.
Não é má ideia conectar as placas ainda molhadas e ligar o PC logo em seguida. Só tome cuidado para não ser eletrocutado.

Passe com o carro por cima

Nenhuma das dicas acima funcionou ou atendeu às suas expectativas? Bem, parece que a última solução para destruir o computador é a mais bruta possível: atropelamento. Com uma pancada tão forte, as placas vão se soltar, amassar e até perder algumas partes durante o impacto, tornando a máquina totalmente inutilizável.
Passe com o carro por cima.
. . . . .
É possível encarar as dicas de duas formas diferentes: assumindo-as como as melhores para destruir seu computador ou fazendo exatamente o contrário. Dessa forma, sua máquina fica o mais longe de perigos e com certeza tem a vida útil aumentada.

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FinalWire anuncia compra do Everest

Fonte da imagem: Reprodução/Site da Lavalys
Esta semana a FinalWire anunciou a aquisição do Everest, conhecido como um dos softwares de diagnóstico mais completos do mercado. O programa, que tem destaque entre os profissionais de TI, já está sendo substituído por seu antigo concorrente, o AIDA 64.
A estratégia faz parte das ações de fusão das desenvolvedoras FinalWire e Lavalys, que pretendem atender um maior número de usuários, assim como aumentar a eficácia de seus softwares. A união das plataformas foi feita pela equipe da FinalWire, que promete dar continuidade na qualidade dos serviços anteriormente prestados por ambos os programas.
Os usuários do Everest Ultimate Edition devem realizar o upgrade para o AIDA64 Extreme Edition, enquanto o Everest Corporate Edition se torna o AIDA64 Business Edition.
A atualização já pode ser feita por meio do website do AIDA64. Caso você ainda não conheça o software, pode encontrá-lo no Baixaki em sua versão para testes, clicando neste link.

 

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Aprenda a usar o CCleaner, o software que vai deixar o seu computador tinindo

O computador, assim como qualquer outro bem de consumo durável, deve receber manutenção periodicamente, tanto em se tratando da parte física quanto da lógica. Se você não preservar o gabinete limpo (o interior), por exemplo, sua máquina pode sofrer superaquecimento e, consequentemente, ter alguns dos componentes de hardware danificados. Na parte lógica não é diferente: um sistema cheio de arquivos desnecessários, com o registro abarrotado de entradas inválidas, torna-se suscetível a falhas e travamentos, bem como vítima da incômoda lentidão.


Ao contrário da limpeza física, a manutenção do sistema é muito mais fácil do que você imagina! Neste guia, lhe ensinaremos em um passo a passo prático como cuidar do Windows com o limpador mais famoso do mercado: o CCleaner.


Interface


A praticidade é um dos pontos fortes do programa. Na janela principal, três elementos podem ser facilmente identificados, como mostra a figura abaixo.




1.Cabeçalho: apresenta a versão do programa e as principais configurações do computador.
2.Botões: oferecem acesso aos recursos do CCleaner.
3.Caixa de configurações: apresenta as opções de cada recurso, bem como o andamento e o resultado das tarefas.


Agora, vamos ao que interessa! Clique sobre a opção que deseja desvendar:


Índice
Encontrar e apagar arquivos desnecessários do computador.
Localizar e corrigir entradas inválidas do registro do sistema.
Desinstalar programas e gerenciar os que são iniciados com o Windows.


Configurar o CCleaner.







Limpeza


A ferramenta Limpeza é apresentada assim que o CCleaner é iniciado. Nela, o programa analisa o computador em busca de todo o tipo de arquivos desnecessários, tais como temporários e históricos de programas. Essa opção está subdividida em duas abas, como mostra a figura abaixo:




Na primeira, Windows, há uma relação de itens do sistema operacional a serem procurados. Na aba seguinte, Programas, estão os itens relacionados aos aplicativos instalados no computador. Navegue entre elas e marque aqueles que deseja analisar — ou utilize a seleção padrão do programa, que por si só garante uma boa faxina. Clique em Analisar para o programa iniciar a varredura.


Dependendo da quantidade de arquivos, esse processo pode levar alguns minutos. Ao término, um relatório será exibido.


Repare a segunda linha. Ela exibe o espaço total ocupado pelos arquivos encontrados. Através dela você pode ter uma boa noção do estado em que se encontra o seu sistema, ou melhor, encontrava-se, pois agora é hora de eliminá-los de vez.


Clique em Executar Limpeza para iniciar a remoção dos arquivos encontrados. Aguarde o processo e um novo relatório será apresentado.


Pronto. Como se pode observar, em nosso teste foram liberados 135,5MB de espaço no disco rígido!


Voltar ao índice



Registro

O excesso de entradas inválidas no registro do sistema costuma provocar certa instabilidade na execução de aplicações e processos, como erros, travamentos etc. Elas são decorrentes da constante instalação e desinstalação de programas, tarefa praticamente inevitável para quem utiliza o computador com freqüência.

O registro do sistema é uma parte bastante delicada. Por isso é imprescindível a utilização de um software de confiança, ou então, ter um bom conhecimento no assunto. O CCleaner se encaixa nos dois casos. Além de limpar efetivamente entradas inválidas com segurança, possibilita a personalização do modo da análise.




Utilize a seleção padrão para uma análise completa ou, se preferir, desmarque os itens que julgar desnecessários. Em seguida, clique em Procurar Erros e aguarde o resultado da varredura.


Note que cada entrada possui uma caixa de seleção ao lado. Elas servem para que você desmarque alguma entrada detectada erroneamente — o que é muito difícil de acontecer no CCleaner. Quando estiver pronto, clique em Corrigir erro(s) selecionado(s)....


Uma pequena caixa será apresentada perguntando se deseja salvar uma cópia das alterações que serão feitas. Por questões de segurança, é recomendando que você crie essa cópia. Sendo assim, clique em SIM.


Uma nova tela será exibida com os seguintes elementos (veja a figura):


1. Informa o tipo da entrada.
2. Descreve o que está errado.
3. Botões para a navegação entre os erros encontrados.
4. Corrige apenas o erro em exibição.
5. Corrige todos os erros encontrados pelo CCleaner.
6. Cancela a operação.


Na prática, basta clicar em Corrigir todos os erros selecionados para deixar o registro do sistema limpinho. Assim que terminar, clique em fechar. Pronto!


Caso sejam encontradas muitas entradas inválidas (acima de 30), repita o processo de análise umas duas vezes. Isso porque existem entradas que estão relacionadas a outras e, por motivos de segurança, o CCleaner não as apaga de uma só vez.


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Ferramentas

Nesta opção se encontra duas ferramentas essenciais para complementar a limpeza da sua máquina:

Desinstalar programas

Como o próprio nome diz, serve para você desinstalar programas do computador. Veja o que cada botão executa:




1. Inicia a desinstalação do programa selecionado.
2. Permite alterar o nome da entrada selecionada na lista.
3. Remove a entrada selecionada da lista (apenas o nome).
4. Salva a lista em arquivo texto.


Programas iniciados com o sistema


Essa ferramenta serve para você remover as entradas dos programas iniciados com o Windows. Muito útil para tornar a incialização do sistema operacional mais rápida. É fácil: basta selecionar a entrada e clicar em Remover entrada.


Vale lembrar que nela você APAGA a entrada e não apenas desativa como no Utilitário de Configuração do Sistema do Windows — famoso MSCONFIG.


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Opções

O último botão serve para você personalizar as configurações do seu CCleaner. Nele, você terá os seguintes itens:

  • Configurações: são as preferências gerais do programa, tais como configurações de idioma, modo de exclusão dos arquivos, etc.
  • Cookies: serve para selecionar os cookies (dados utilizados em formulários de páginas da Internet) a serem mantidos durante o processo de limpeza.
  • Incluir: serve para adicionar manualmente pastas a serem esvaziadas ou arquivos específicos a serem apagados.
  • Excluir: semelhante ao anterior, porém serve para selecionar pastas, arquivos e entradas do registro para apagá-los manualmente.
  • Avançado: preferências extras para personalizar a execução do CCleaner.
  • Sobre: informações sobre a versão do CCleaner instalada em seu computador.




Por se tratar de um programa em português, fica fácil configurá-lo. Explore bem cada opção e deixe o melhor software de limpeza do mercado do jeito que você gosta.


Dica

Para obter mais êxito nas limpezas, execute as seguintes tarefas respectivamente:

1. Desinstale todos os programas desnecessários em Desinstalar programas.
2. Execute a limpeza de arquivos desnecessários com a ferramenta Limpeza.
3. Elimine as entradas inválidas do registro do sistema através da ferramenta Registro.

E é isso! Esses são os passos básicos para você deixar o Windows tinindo com um software de qualidade: o CCleaner!
 


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